Prefeitura de Santana de Pirapama aprova Lei nº 1.473/2026 e fortalece a cultura musical do município

Prefeitura de Santana de Pirapama aprova Lei nº 1.473/2026 e fortalece a cultura musical do município


Publicado em: 13/04/2026 08:00

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Prefeitura de Santana de Pirapama aprova Lei nº 1.473/2026 e fortalece a cultura musical do município

Lei nº 1.473/2026 fortalece a Corporação Musical e valoriza a cultura local

A cultura não se improvisa — se constrói, se cuida e se mantém viva. E foi exatamente nessa linha que a Prefeitura Municipal de Santana de Pirapama deu um passo importante: a aprovação da Lei nº 1.473, de 08 de abril de 2026, que garante subvenção à Corporação Musical José Antônio da Costa.

Na prática? Apoio direto. Incentivo real. Dinheiro onde faz diferença.

A medida reforça o compromisso do município com a valorização da cultura local, dos músicos e, principalmente, das futuras gerações que ainda vão soprar seus primeiros acordes.

A Corporação Musical José Antônio da Costa carrega história. Teve sua primeira apresentação no ano 2000, reunindo músicos da antiga banda e jovens que toparam o desafio de aprender — sem atalhos, na raça, como sempre foi. Uma mistura de experiência e renovação que mantém viva uma tradição que não se curva ao tempo.

O nome da banda é uma homenagem a José Antônio da Costa, ex-prefeito do município, figura que deixou sua marca na história local. E a banda, de certa forma, continua esse legado — agora em forma de música.

E tem um marco que fala alto: em 2025, a corporação completou 25 anos de sua primeira apresentação. Um quarto de século resistindo, ensinando, formando músicos e preservando uma identidade cultural que não pode se perder.

Mesmo com o passar dos anos, essa trajetória também foi marcada por despedidas. Alguns dos músicos que ajudaram a construir essa história já não estão mais presentes, mas deixaram um legado que ainda ecoa em cada apresentação, em cada ensaio e em cada novo integrante que surge. 

Foram eles que, com dedicação e amor pela música, sustentaram a banda em tempos difíceis. Mais do que músicos, foram verdadeiros pilares da cultura local.

Agora, com a aprovação da nova lei, o cenário muda de nível. O apoio institucional chega para dar fôlego, estrutura e continuidade a um trabalho que sempre foi feito com esforço, disciplina e paixão.

No fim das contas, é simples e direto: cultura forte não nasce do nada. Precisa de gente, de história… e de investimento.

E essa lei também carrega um significado silencioso, mas poderoso — é uma forma de honrar quem veio antes e garantir que a música continue atravessando gerações. Porque uma banda não é feita só de instrumentos… é feita de histórias. E algumas delas nunca deixam de tocar.

 


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